A sul-mato-grossense Nadielly Karoline da Silva Lacerda, de 30 anos, acreditou por meses que tinha apenas sinusite. A dor no rosto era constante. Além disso, havia pressão facial e dificuldade para respirar. Mesmo com tratamento, os sintomas não melhoravam.
Por isso, ela buscou novos exames. O resultado surpreendeu. Nadielly descobriu um câncer raro na bochecha, chamado condrossarcoma. O tumor se desenvolvia na cartilagem entre o seio nasal e a maxila.
Logo após o diagnóstico de câncer raro na bochecha, a jovem passou por cirurgia. Parte da estrutura interna do nariz foi removida. O objetivo era conter o avanço da doença. Esse tipo de tumor não responde bem a outros tratamentos, o que torna a cirurgia essencial.
Com o tempo, Nadielly tentou retomar a rotina. No entanto, o câncer raro na bochecha voltou. A recidiva aconteceu em 2024, quando ela morava em Portugal. Nesse período, foi necessário um novo procedimento. Os médicos retiraram parte do osso da face para controlar o tumor.
Depois disso, ela voltou ao Brasil. A decisão também envolveu a saúde do marido e o apoio da família. Atualmente, Nadielly está em remissão do câncer raro na bochecha.
Mesmo assim, as sequelas permanecem. Ela sente dor constante no rosto. Também enfrenta falta de ar, cansaço e dificuldade para dormir. Ainda assim, segue em acompanhamento médico e busca qualidade de vida.
Por fim, o caso reforça um alerta importante. Sintomas simples podem esconder doenças graves. Portanto, quando os sinais persistem, é essencial buscar investigação médica. O diagnóstico precoce do câncer raro na bochecha pode salvar vidas.
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