Justiça argentina mandou a julgamento acusados de fraude na gestão das marcas de Diego Maradona. (Foto: Eduardo Nicolau)A Justiça argentina decidiu levar a julgamento o processo que apura suposta fraude na administração das marcas de Diego Maradona. Entre os acusados estão o advogado Matías Morla e as irmãs do ex-jogador Rita Mabel e Cláudia Norma, além de outras três pessoas. A acusação sustenta que houve gestão irregular dos direitos comerciais ligados ao nome do craque, morto em 2020, em prejuízo dos herdeiros.
A decisão foi tomada nesta terça-feira, (28), pelo Tribunal Penal e Correcional Nacional nº 43, que rejeitou recursos apresentados pelas defesas. O caso começou em 2021, após denúncia feita por Dalma e Gianinna Maradona, filhas do ídolo argentino. Em setembro do ano passado, a Justiça já havia determinado o embargo de bens dos investigados.
Segundo a investigação, as marcas registradas de Maradona teriam sido transferidas para a empresa Sattvica SA, registrada em nome de Morla em 2015, na Argentina e também no exterior. De acordo com a acusação, os direitos ligados ao nome do ex-jogador seguiram sendo explorados e administrados de forma irregular, o que teria reduzido o patrimônio hereditário e causado prejuízo econômico aos sucessores legais.
Além de Morla e das irmãs de Maradona, também são réus Christian Maximiliano Pomargo, Sérgio Garmendia e a tabeliã Sandra Iampolsky. A suspeita é de que todos tenham participado de manobras para controlar e explorar comercialmente as marcas do ex-camisa 10 sem repassar os bens de forma regular aos herdeiros.
A nova frente judicial surge em meio a outro processo que envolve a memória de Maradona. Paralelamente, a Argentina acompanha mais um julgamento sobre a morte do ex-jogador, com integrantes da equipe médica acusados de homicídio por negligência.
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