Após quase dez anos de impasse, o Estádio Morenão, em Campo Grande, terá a gestão transferida ao Governo de Mato Grosso do Sul. A medida foi oficializada nesta terça-feira (31) e abre caminho para a revitalização do espaço e retomada das atividades esportivas.
A cessão administrativa, antes sob responsabilidade da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), permite que o Estado inicie intervenções diretas no estádio, fechado desde 2022 e sem laudos desde 2023.
Investimento e reabertura
O Governo do Estado prevê investimento de R$ 16,7 milhões na primeira etapa das obras. As melhorias incluem:
- Segurança
- Acessibilidade
- Iluminação
- Estrutura geral do estádio
A previsão é de reabertura gradual a partir do fim de 2026, com funcionamento pleno até 2027.
Retomada de projeto antigo
Durante a assinatura do termo, o senador Nelsinho Trad afirmou que a revitalização representa a retomada de um projeto defendido desde sua gestão como prefeito de Campo Grande.
Segundo ele, o Morenão tem potencial para ir além do futebol, podendo atrair investimentos da iniciativa privada e projetos estruturantes.
O parlamentar também relembrou tentativas anteriores de modernização, incluindo a candidatura da Capital para sediar jogos da Copa do Mundo e visitas técnicas a arenas internacionais.
Outro ponto destacado é a localização do estádio, cercado por universidades e grande fluxo de estudantes, o que amplia o potencial de uso do espaço.
Com a formalização da cessão, o Estado passa a conduzir o processo de reestruturação e buscar alternativas para viabilizar a utilização plena do Morenão.
A expectativa é que o estádio volte a ser palco de jogos e eventos esportivos, fortalecendo o futebol sul-mato-grossense e movimentando a economia local.
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