O deputado federal Geraldo Resende (PSDB) enfrenta dificuldades para garantir um espaço nas chapas eleitorais em Mato Grosso do Sul, às vésperas do fechamento da janela partidária. Com votação expressiva em 2022, quando obteve 96.519 votos e foi o terceiro mais votado, sua candidatura pesa nas negociações, gerando resistência entre pré-candidatos já definidos.
A primeira tentativa de acomodação foi no Republicanos, que não aceitou a filiação devido à composição da chapa, liderada por Beto Pereira e com os vereadores Isa Marcondes e Neto Santos. Outra opção, o PV, também se fechou após a confirmação da candidatura de Marquinhos Trad para deputado federal.
União Brasil como alternativa
O governador Reinaldo Azambuja busca inserir Geraldo no União Brasil, convite feito inclusive por Rose Modesto. No entanto, a chapa enfrenta resistência interna. A presença de Geraldo poderia garantir a eleição dele e de Rose, mas prejudicar candidatos aliados, como Luiz Ovando (PP), apoiado por Tereza Cristina, e Jaime Verruck, ligado ao governador Eduardo Riedel.
A federação alega que as indicações partidárias podem ser definidas via diretório nacional, caso necessário, mantendo controle sobre as escolhas da chapa. A negociação segue em aberto, e o destino de Geraldo Resende é um dos pontos mais estratégicos da política estadual neste momento.
Impactos e expectativas
- A entrada de Geraldo no União Brasil pode alterar o equilíbrio de forças entre PP, PSDB e União.
- Resistência interna aponta para a complexidade de conciliar votos expressivos com interesses já estabelecidos nas chapas.
- A decisão final poderá influenciar alianças futuras e estratégias de campanha até as eleições de 2026.
Quer saber tudo
o que está acontecendo?
Receba todas as notícias do Mídia MS no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.







