O cenário político em Mato Grosso do Sul teve uma nova movimentação nesta quarta-feira (1º). O deputado estadual Roberto Hashioka deixou o União Brasil e se filiou ao Republicanos. A mudança altera a composição da União Progressista, coligação formada pelo União Brasil e pelo PP para disputar vagas de deputado federal nas eleições de 2026.
A filiação de Hashioka acontece após importantes trocas de partido na região. Dagoberto Nogueira deixou o PSDB e se filiou ao PP. Já Geraldo Resende saiu do PSDB e entrou no União Brasil. Essas mudanças reorganizam as pré-candidaturas e afetam a estratégia da União Progressista em Mato Grosso do Sul.
Além de Hashioka, outros nomes também mudaram de partido. É o caso de Jaime Verruck, que deixou o PP e se filiou ao Republicanos. A movimentação mostra que a disputa por espaço nas chapas federais está intensa e que os partidos buscam fortalecer suas candidaturas com nomes de destaque.
RECONFIGURAÇÃO DAS CHAPAS
O ato de filiação de Dagoberto contou com a presença do governador Eduardo Riedel e da senadora Tereza Cristina, reforçando o apoio político ao PP. A entrada de Geraldo no União Brasil mantém a competitividade da coligação para deputado federal e estadual, mesmo após algumas saídas importantes.
Com Hashioka no Republicanos, a coligação passa a contar com nomes como o deputado federal Beto Pereira, além de vereadores como Isa Marcondes, de Dourados, e Neto Santos, de Campo Grande. A expectativa dos partidos é eleger pelo menos dois deputados federais nas eleições de outubro.
Analistas políticos afirmam que essas mudanças podem alterar o equilíbrio eleitoral em Mato Grosso do Sul. A saída de figuras importantes do União Brasil e a entrada no Republicanos fortalecem a disputa por votos. As movimentações podem definir o sucesso das chapas federais nas eleições deste ano.
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