A eleição para deputado federal em MS deve funcionar como termômetro político ao testar a força de lideranças tradicionais e de nomes que cresceram impulsionados por padrinhos eleitorais.
CLIQUE PARA SEGUIR O MÍDIA MS NO INSTAGRAM
No Partido Liberal, a expectativa é de disputa acirrada entre quatro pré-candidatos por duas vagas. Parte deles busca consolidar capital político próprio após desempenho vinculado à onda bolsonarista nas eleições anteriores.
Entre os nomes, Marcos Pollon, o mais votado em 2022 com mais de 103 mil votos, pode disputar a reeleição caso não avance na tentativa ao Senado. Rodolfo Nogueira, eleito com pouco mais de 41 mil votos, também tenta renovar o mandato apostando no mesmo eleitorado.
A sigla ainda conta com a deputada estadual Mara Caseiro, destaque na última eleição proporcional, e com Edson Giroto, que tenta retomar espaço político após anos afastado.
Fora do PL, outros nomes conhecidos também entram na disputa e devem medir sua força eleitoral. Rose Modesto retorna à corrida para deputada federal após já ter sido a mais votada em 2018.
Marquinhos Trad aparece como novidade na disputa proporcional federal. Após trajetória consolidada em eleições municipais e legislativas, ele busca agora um novo espaço político.
Já o ex-governador André Puccinelli volta a disputar cargo proporcional após três décadas. A movimentação chama atenção pelo histórico eleitoral e pela expectativa de desempenho nas urnas.
O cenário indica uma eleição marcada pela comparação direta entre votos históricos, força de padrinhos políticos e capacidade de renovação eleitoral.
Quer saber tudo
o que está acontecendo?
Receba todas as notícias do Mídia MS no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.







