A sucessão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ganhou novo ritmo após decisão da presidente Cármen Lúcia, que antecipou a eleição interna para definir o próximo comando da Corte. A votação simbólica foi marcada para a próxima terça-feira (14).
Com a medida, devem ser confirmados nos cargos de presidente e vice-presidente os ministros Nunes Marques e André Mendonça, que já integram o tribunal.
O mandato de Cármen Lúcia termina no dia 3 de junho, após dois anos à frente do Tribunal Superior Eleitoral. A posse dos novos dirigentes está prevista para o fim de maio.
Segundo a ministra, a antecipação busca garantir uma transição mais organizada, especialmente diante da proximidade do período eleitoral.
“Optei por iniciar o processo de escolha antes do fim do mandato para assegurar equilíbrio e tranquilidade na condução das atividades da Justiça Eleitoral”, afirmou durante sessão nesta quinta-feira (9).
Estrutura do tribunal
O Tribunal Superior Eleitoral é composto por sete ministros titulares:
- Três do Supremo Tribunal Federal
- Dois do Superior Tribunal de Justiça
- Dois advogados indicados pela Presidência da República
A organização antecipada da sucessão reforça o planejamento institucional do tribunal em ano eleitoral, considerado estratégico para o país.
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