A Justiça dos Estados Unidos confirmou a manutenção das acusações de narcotráfico contra o ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. O político e sua esposa permanecem detidos em solo americano, especificamente em Nova York, enquanto as autoridades de Washington indicam a possibilidade de novas frentes de acusação no processo. Do lado de fora da corte, grupos de manifestantes realizaram protestos para exigir a liberdade de Maduro.
No Caribe, a situação humanitária em Cuba mobilizou as Nações Unidas. A ONU apresentou um plano de emergência avaliado em mais de 90 milhões de dólares para socorrer a ilha, que atravessa uma severa crise energética. O projeto foca no envio de combustível e manutenção de serviços vitais, como o sistema hospitalar, onde cirurgias estão sendo adiadas e equipes médicas operam no limite da exaustão. A viabilidade da ajuda, contudo, depende de autorizações dos Estados Unidos devido ao cerco comercial vigente.
No continente europeu, o Judiciário da Holanda estabeleceu um marco na regulação digital. Uma decisão inédita proibiu a rede social X, de Elon Musk, de veicular ou gerar imagens íntimas sem o devido consentimento dos envolvidos. A medida impõe multas diárias rigorosas e impulsiona o debate internacional sobre a responsabilidade das empresas de tecnologia e os limites da inteligência artificial.
Por fim, uma tragédia foi registrada em Bangladesh, onde a queda de um ônibus em um rio resultou em pelo menos 20 mortes. O acidente ocorreu no momento em que o veículo tentava subir em uma balsa. Equipes de resgate realizaram buscas durante a madrugada para localizar passageiros que ficaram presos na estrutura submersa.
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