Em um dos movimentos mais drásticos desde o início do conflito, o bloqueio do Estreito de Ormuz pelos EUA foi confirmado nesta terça-feira (14), após tropas americanas assumirem o controle total da via marítima estratégica.
O canal, considerado o principal gargalo do mercado energético global, teve suas atividades comerciais completamente interrompidas. A região, localizada entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, é fundamental para o transporte de petróleo no mundo.
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Por que o Estreito de Ormuz é estratégico
- Principal rota de transporte de petróleo do mundo
- Liga o Golfo Pérsico ao oceano aberto
- Cerca de 90% da economia do Irã depende da via
- Qualquer bloqueio impacta preços globais de combustível
Até então sob controle do Irã, o estreito vinha sendo restrito desde 28 de fevereiro, quando o país passou a impor taxas e limitar a passagem de embarcações. Com a ação dos Estados Unidos, o cenário se inverte e isola economicamente Teerã.
Impacto na economia
Segundo o Comando Central americano, cerca de 90% da economia iraniana depende diretamente do Estreito de Ormuz para exportações e importações, principalmente de petróleo.
Apesar disso, informações do Wall Street Journal indicam que o Irã se preparou para o bloqueio, mantendo reservas estratégicas em países aliados para sustentar suas operações.
O bloqueio do Estreito de Ormuz pelos EUA gera preocupação internacional, já que a interrupção da rota pode elevar os preços dos combustíveis e impactar economias em todo o mundo.
O local, com cerca de 33 km de largura em seu ponto mais estreito, é a principal ligação entre o Golfo Pérsico e o oceano aberto, sendo essencial para o abastecimento energético global.
Caminho diplomático
Em meio à escalada, o presidente Donald Trump afirmou que negociações podem ser retomadas nos próximos dias, com mediação do Paquistão.
O cenário segue instável e mantém a comunidade internacional em alerta diante do risco de ampliação do conflito.
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