Praia Clube é campeão da Superliga Feminina 2025/26. Foto: Divulgação/CBVO Praia Clube confirmou neste domingo (3) o terceiro título de sua história na Superliga Feminina de Vôlei ao vencer o Minas por 3 sets a 0, no Ginásio do Ibirapuera. Com parciais de 29/27, 25/21 e 25/13, a equipe de Uberlândia controlou melhor os momentos decisivos da final e voltou ao topo da principal competição do vôlei nacional.
A conquista recoloca o time campeão entre os protagonistas da modalidade e repete os títulos das temporadas 2017/2018 e 2022/2023. Desta vez, o troféu veio em uma decisão marcada pela força coletiva da equipe, pelo protagonismo da capitã Adenízia Silva e pela atuação decisiva da ponteira Payton Caffrey.
O primeiro set foi o mais equilibrado da final. As duas equipes alternaram momentos de vantagem e travaram uma disputa ponto a ponto até a reta decisiva. O Praia chegou a abrir frente no placar, mas viu o Minas reagir e levar a parcial para um desfecho tenso. Depois de várias chances para os dois lados, a equipe de Uberlândia aproveitou erros do adversário e fechou em 29 a 27.
No segundo set, o Minas começou melhor e conseguiu abrir vantagem com uma sequência forte no saque. A reação do Praia, porém, veio rapidamente. Mais consistente e melhor organizado em quadra, o time cresceu no momento certo, virou o placar e passou a controlar a parcial. Com Adenízia exercendo liderança e Caffrey aparecendo bem nos ataques, a equipe fechou em 25 a 21 e ficou a um set do título.
A terceira parcial começou novamente com o Minas tentando se impor, mas a final já apontava para outro rumo. Assim que encontrou espaço, o Praia tomou conta do jogo. Os erros do adversário voltaram a pesar, e o time de Uberlândia aproveitou o cenário para abrir vantagem com tranquilidade. Embalado pela torcida e com domínio cada vez mais claro em quadra, fechou o set em 25 a 13 e sacramentou o tricampeonato.
O resultado traduz a superioridade do Praia nos momentos mais importantes da decisão. Mesmo diante de um adversário tradicional e competitivo, a equipe conseguiu manter o controle emocional, suportou a pressão no set inicial e transformou o equilíbrio do começo em domínio absoluto no fechamento da partida.
O título também reforça o peso de um elenco experiente e acostumado a decisões. Em uma final que começou aberta, o Praia mostrou mais consistência, soube aproveitar as falhas do Minas e construiu uma vitória sem deixar dúvidas sobre quem foi melhor no Ibirapuera.
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