Carlo Ancelotti divulga nesta segunda-feira a lista final de 26 jogadores do Brasil para a Copa de 2026.(Foto: Imagem Ilustrativa/A Crítica)A lista final da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 será divulgada nesta segunda-feira, 18 de maio, e uma análise feita com inteligência artificial projetou quais jogadores chegam mais perto de uma nova convocação com Carlo Ancelotti.
O levantamento considera a frequência dos atletas nas listas do treinador, o número de partidas disputadas e a minutagem acumulada ao longo do ciclo. A lógica é simples: quem apareceu mais vezes e foi mais usado por Ancelotti ganhou percentual maior de chance de voltar a ser chamado.
Desde que assumiu o comando da Seleção, em maio de 2025, Ancelotti utilizou 58 jogadores diferentes nas cinco Datas Fifa anteriores à convocação final. A projeção tenta transformar esse histórico em uma leitura mais objetiva sobre a lista de 26 nomes que defenderão o Brasil no Mundial.
Entre os goleiros, Alisson aparece como o nome mais seguro, com 92% de chance de convocação. Na sequência, surgem Bento, com 74%, e Ederson, com 73%. Mais atrás estão Hugo Souza, com 28%, e John, com 22%.
No sistema defensivo, Marquinhos lidera com folga e aparece com 99%. Wesley vem logo depois, com 88%, seguido por Caio Henrique, com 84%, e Fabrício Bruno, com 83%. Éder Militão, mesmo lesionado, aparece com 82%, enquanto Gabriel Magalhães soma 81%. Alex Sandro, Alexsandro e Danilo também aparecem entre os mais bem colocados no setor.
O meio-campo tem dois nomes com presença quase certa na projeção. Casemiro aparece com 99%, e Bruno Guimarães, com 97%. Lucas Paquetá vem na sequência, com 90%, seguido por Andrey Santos, com 86%, e João Gomes, com 79%. Gerson, Fabinho, Danilo e Ederson aparecem em uma faixa intermediária, enquanto Andreas Pereira, André, Gabriel Sara, Jean Lucas e Joelinton surgem mais abaixo.
No ataque, Vini Jr lidera com 99% e divide o topo com os nomes mais fortes do ciclo. Matheus Cunha aparece com 97%, Estêvão com 95% e Luiz Henrique com 94%. Gabriel Martinelli soma 92%, Richarlison tem 90%, João Pedro aparece com 84% e Raphinha com 80%. Rodrygo, mesmo lesionado, aparece com 79%. Antony, Endrick, Igor Thiago, Kaio Jorge, Igor Jesus, Samuel Lino, Rayan e Vitor Roque completam a relação dos atacantes analisados.
A projeção também ajuda a explicar o peso da continuidade no trabalho de Ancelotti. Jogadores com oito ou nove partidas disputadas no ciclo ficaram perto dos 100%. Já nomes com poucas aparições, uma convocação isolada ou sem entrada em campo ficaram abaixo de 50%.
As lesões também mexem com o cenário. Estêvão, Rodrygo e Éder Militão aparecem com índices altos porque fizeram parte do núcleo mais utilizado pelo treinador, mas as condições físicas mudam a disputa por vagas e podem abrir espaço para outros jogadores na lista final.
O levantamento, porém, não substitui a decisão da comissão técnica. A análise parte do histórico recente e indica quem larga na frente, mas a convocação depende de fatores como condição física, encaixe tático e necessidade de composição do elenco.
Com isso, a leitura da inteligência artificial funciona mais como um retrato do ciclo de Ancelotti até aqui. Ela mostra quem teve mais espaço, quem ganhou sequência e quais nomes chegam à convocação desta segunda em posição mais confortável.
Agora, a expectativa fica para o anúncio oficial da lista. É a partir dela que o Brasil entra na reta final de preparação para a Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá.
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