Danilo Neves Pereira, de 35 anos, está desaparecido em Buenos Aires desde a última terça-feira, após sair para um encontro. (Foto: Danilo Neves via Instagram)O desaparecimento do professor Danilo Neves Pereira, de 35 anos, mobiliza amigos e autoridades em Buenos Aires. Brasileiro e morador da capital argentina, ele não é visto desde a última terça-feira (14), depois de avisar que sairia para encontrar uma pessoa no centro da cidade.
Segundo o relato, a última informação compartilhada por Danilo foi justamente a localização do endereço onde iria para esse encontro. Depois disso, ele parou de responder mensagens, e desde então não houve novas notícias sobre seu paradeiro.
O caso completou cinco dias neste domingo (19) sem qualquer confirmação sobre onde o professor está. Nas redes sociais, amigos e conhecidos passaram a divulgar mensagens em busca de informações, em uma tentativa de ampliar o alcance das buscas e reunir pistas sobre o desaparecimento.
O Itamaraty informou que o Consulado do Brasil em Buenos Aires foi acionado e presta a assistência devida, mas não deu detalhes sobre o caso. O Ministério das Relações Exteriores também explicou que, em situações como essa, os consulados orientam amigos e familiares a procurar a polícia e as autoridades locais, já que não têm competência para iniciar ou conduzir investigações.
Ainda de acordo com o Itamaraty, informações sobre atendimentos individuais a cidadãos brasileiros não são divulgadas por questões de privacidade e por respeito à legislação. Enquanto isso, a expectativa dos amigos segue concentrada em qualquer sinal que possa ajudar a localizar Danilo.
Na quarta-feira (15), pessoas próximas já haviam publicado nas redes que o professor estava desaparecido havia 24 horas. Naquele momento, as autoridades locais já tinham sido acionadas. Até a noite deste domingo, porém, não havia atualização oficial sobre o paradeiro do brasileiro.
Em uma das mensagens divulgadas, o amigo Anderson Zanni afirmou que todas as medidas possíveis já haviam sido tomadas até aquele momento e disse que consulado e polícia argentina trabalhavam juntos no caso.
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