O ex-governador Reinaldo Azambuja (PSDB) consolidou sua influência na liderança do projeto político para 2026, mas enfrenta agora o desafio de manter a autonomia sobre sua chapa. Com o favoritismo nas pesquisas para o Senado, a sua primeira suplência tornou-se a vaga mais cobiçada do estado, gerando uma queda de braço entre aliados regionais e lideranças nacionais.
CLIQUE PARA SEGUIR O MÍDIA MS NO INSTAGRAM
A disputa pelo posto de suplente é estratégica: aliados acreditam que, caso Reinaldo retorne ao Governo do Estado em um projeto futuro, o ocupante da vaga assumiria o mandato de senador de forma definitiva. Nos bastidores, o nome de confiança de Azambuja é o de Felipe Mattos, ex-secretário de Fazenda de sua gestão, mas a indicação enfrenta resistência de grupos que desejam o espaço.
Pressão de Bolsonaro e Tereza Cristina
Para emplacar Mattos, Reinaldo precisará convencer o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a não intervir diretamente na composição, como ocorreu em eleições anteriores. Bolsonaro já sinalizou apoio ao deputado Marcos Pollon para a segunda vaga, enquanto o grupo da senadora Tereza Cristina (PP) articula o nome de Marcelo Migliolli para a suplência.
Articulação e Pesquisas
Até o momento, Reinaldo tem obtido sucesso em suas investidas, como a manutenção do apoio do PL à reeleição de Eduardo Riedel. A estratégia agora é utilizar os levantamentos de intenção de voto para justificar suas escolhas e evitar imposições externas, garantindo que o grupo chegue unido às convenções de julho com uma chapa de confiança integral do ex-governador.
Quer saber tudo
o que está acontecendo?
Receba todas as notícias do Mídia MS no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.







