A política em Mato Grosso do Sul viveu dias de forte turbulência. O cenário foi marcado por operações policiais, novas pesquisas eleitorais e o fechamento da janela partidária. O clima de incerteza dominou os corredores do poder, com o Gaeco novamente em ação e partidos buscando alianças de última hora.
O Gaeco voltou às ruas em uma nova fase de investigações no interior. O alvo foi o município de Coronel Sapucaia, com 40 mandados relacionados a contratos da gestão do ex-prefeito Rudi Paetzold. A ação reforça o cerco contra irregularidades em prefeituras e gera apreensão em diversas lideranças regionais.
No campo das intenções de voto, o Instituto Novo Ibrape trouxe números que animaram a base governista. Eduardo Riedel apareceu com indicadores sólidos, sugerindo uma trajetória firme. Para o Senado, o equilíbrio é total: Reinaldo Azambuja, Capitão Contar e Nelsinho Trad aparecem em empate técnico, prometendo uma disputa histórica.
O fim da janela partidária redesenhou as forças políticas locais. Partidos como PL, Republicanos e União Progressista foram os que mais ganharam musculatura. No entanto, a criação das chamadas “chapas da morte” coloca em risco a reeleição de pelo menos dois deputados federais veteranos, já que muitos nomes fortes disputam poucas vagas.
Nos bastidores, Rose Modesto descartou ser vice, abrindo caminho para a consolidação de Barbosinha na chapa. Enquanto isso, na Assembleia Legislativa, servidores protestaram por reajuste salarial. Além disso, uma infração gravíssima de trânsito envolvendo um secretário estadual causou desgaste desnecessário para a imagem da gestão pública nesta semana.

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