A morte da subtenente da Polícia Militar Marlene de Brito Rodrigues é investigada como feminicídio. O marido, preso em flagrante, afirma que a subtenente cometeu suicídio e que não conseguiu tomar a arma das mãos dela.
O caso aconteceu na casa do casal, no bairro Estrela D’Alva. O suspeito foi levado para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher. Ele prestou depoimento, mas não confessou o crime. Mesmo assim, a investigação aponta o homem como principal suspeito.
Segundo o depoimento, o casal discutiu após um pedido de separação. O relacionamento durava cerca de um ano e meio. De acordo com o suspeito, a subtenente pegou a arma funcional durante a discussão e fez o disparo.
O homem disse que tentou impedir a ação. Ele afirma que não conseguiu tomar a arma das mãos dela. Em outra versão, declarou que segurava a mão da vítima no momento do disparo. Ao todo, ele apresentou versões diferentes, o que levanta dúvidas na investigação.
A subtenente morreu no local, antes de receber atendimento médico. Ela tinha longa carreira na Polícia Militar e era respeitada na corporação.
Uma vizinha entrou na casa após ouvir o disparo. Um policial militar à paisana também estava perto e foi até o imóvel. Ele encontrou o suspeito com a arma nas mãos. O homem foi preso em flagrante.
Durante a perícia, duas armas da Polícia Militar foram encontradas na casa. Uma estava no coldre. A outra estava no chão e é apontada como a usada no caso.
Em nota, a Polícia Militar informou que acompanha a investigação. A corporação também lamentou a morte da subtenente e prestou solidariedade à família e aos colegas.
O caso segue em apuração. A polícia analisa as versões, realiza perícias e ouve testemunhas. O objetivo é esclarecer a dinâmica e confirmar a motivação do crime.
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