A indenização por morte em SP foi fixada em R$ 200 mil pela Justiça, que condenou o Estado de São Paulo a pagar a família de Gabriel Renan da Silva Soares, de 26 anos. Ele foi morto por um policial militar de folga em novembro de 2024, na zona sul da capital.
Segundo o processo, Gabriel havia furtado produtos de limpeza em um mercado e fugia quando caiu na calçada. Ao se levantar e correr em direção à rua, foi atingido por disparos feitos pelo PM Vinicius de Lima Britto.
Imagens de segurança mostram o policial deixando o caixa, sacando a arma e atirando diversas vezes pelas costas da vítima.
Na decisão, o juiz apontou que o Estado responde objetivamente pela ação do agente público, mesmo fora de serviço, quando há uso de instrumento funcional e exercício do poder de polícia.
O magistrado destacou que o policial utilizou arma da corporação e agiu sob justificativa de conter um suposto crime, o que caracteriza atuação como representante estatal.
Na esfera criminal, o PM já havia sido condenado a dois anos, um mês e 27 dias de detenção, em regime semiaberto, além da perda do cargo. O Ministério Público recorreu, e o caso será submetido a júri popular.
A Procuradoria-Geral do Estado informou que ainda não foi oficialmente notificada da decisão.
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