Mato Grosso do Sul enfrenta onda de calor nesta semana, com temperaturas até 7°C acima da média histórica para abril. O fenômeno, que começou no dia 20, deve persistir ao menos até o dia 26, colocando o estado na chamada “área vermelha”, segundo dados meteorológicos.
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A elevação térmica atinge diversas regiões do país, principalmente o Centro-Oeste e o Sudeste. Em MS, Campo Grande aparece como a única capital diretamente impactada, com dias mais quentes e redução significativa das chuvas.
Além do calor intenso, a umidade relativa do ar pode ficar abaixo de 30%, índice considerado prejudicial à saúde. Esse cenário aumenta o risco de problemas respiratórios, desidratação e desconforto térmico, especialmente durante as tardes.
Mesmo com madrugadas mais amenas em algumas cidades, há previsão de noites abafadas em outras localidades, prolongando o período de calor ao longo do dia.
Meteorologistas seguem monitorando o fenômeno e não descartam a possibilidade de prolongamento até o fim de abril. Apesar das altas temperaturas, especialistas apontam que essa onda de calor não tem relação direta com o El Niño, que ainda está em formação e deve se consolidar apenas no inverno de 2026.
A onda de calor é caracterizada por temperaturas acima da média por pelo menos cinco dias consecutivos em uma área extensa. Embora comum em períodos mais quentes, sua intensidade fora do verão chama atenção.
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