Por volta das 11h50 de MS o Ibovespa registrava 173.391 pontos e o Dólar comercial estava cotado em R$5,05 com alta de 0,12% no último dia de negócios do mês de maio.
O último dia de negociações do mês de maio não está transcorrendo com muita positividade para os investidores. O Ibovespa caiu aos 172,8 mil pontos e o dólar comercial sobe bem devagar enquanto os juros futuros avançam. Os três assuntos que nortearam a instabilidade no mercado financeiro hoje no período da manhã, foram:
-Trump diz que decisão final sobre acordo com Irã sairá de reunião nesta 6ª-feira.
-Fazenda mantém visão de alta do PIB de 2,3% em 2026 após aceleração no 1º tri.
-PIB no 1º tri mostra demanda interna resiliente e força menor do agronegócio.
Confira as últimas dos mercados
Paulson, do Fed, diz ser “saudável” que mercados avaliem perspectivas mais restritivas para a política monetária.
A presidente do Federal Reserve da Philadelphia, Anna Paulson, disse nesta sexta-feira que a política monetária “levemente restritiva” está “bem posicionada” para uma perspectiva incerta, em que as pressões inflacionárias continuam muito altas.
A política de juros do Fed está pronta “para reagir se os riscos se manifestarem” e “acho saudável que os participantes do mercado tenham abarcado cenários em que a taxa de juros permanece inalterada por um período prolongado, bem como cenários em que um aperto adicional se torne necessário”, disse a autoridade em uma apresentação em Nova Jersey.
Consumo tende a desacelerar no Brasil com impacto menor de medidas fiscais, dizem analistas
Destaque no crescimento da economia no primeiro trimestre, o consumo das famílias deve perder força no restante do ano e colaborar para a desaceleração prevista da atividade mesmo com Copa do Mundo e eleição no radar, de acordo com analistas.
Influenciado por medidas fiscais do governo, o consumo das famílias cresceu 1,0% nos três primeiros meses do ano, depois de ficar praticamente estagnado no final de 2025. Mas os efeitos dessas políticas, destacadamente a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$5.000, não devem se propagar muito mais pelos próximos trimestres ou tendem a ter impactos menores. “A questão do Imposto de Renda teve impacto no primeiro trimestre, e esse impacto deve ir perdendo efeito, já subiu o degrau”, disse Leonardo Costa, economista do ASA. “Nenhuma outra medida fiscal que vem agora terá o mesmo impacto”, completou, projetando desaceleração do crescimento do PIB a algo entre 0,5% e 0,8% no segundo trimestre, após alta de 1,1% nos primeiros três meses do ano.
Com informações da Agência Reuters
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