Julgamento sobre a morte de Maradona segue na Argentina com depoimentos de profissionais da equipe médica (Foto: Imagem ilustrativa/A Crítica)O julgamento sobre a morte de Diego Maradona ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira (1º), na Argentina. Um dos réus do caso, o psicólogo Carlos Díaz, afirmou em depoimento que o ex-jogador sofria de transtorno bipolar e outros problemas de saúde mental.
Durante audiência no Tribunal de San Isidro, na região de Buenos Aires, Díaz disse que acompanhou Maradona por cerca de um mês antes da morte, em novembro de 2020. Segundo ele, o ídolo argentino apresentava um quadro clínico considerado crônico, que incluía dependência química e transtorno de personalidade.
O psicólogo também relatou que o uso de drogas fazia parte da rotina do ex-jogador e estaria ligado à forma como ele lidava com frustrações ao longo da vida. As declarações reforçam pontos já conhecidos publicamente sobre a saúde de Maradona, que enfrentou problemas com álcool e cocaína durante anos.
Carlos Díaz é um dos sete profissionais da equipe médica acusados de homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Além dele, também respondem ao processo médicos, enfermeiros e outros responsáveis pelo acompanhamento do ex-jogador. Caso sejam condenados, os réus podem pegar penas que variam de 8 a 25 anos de prisão.
Maradona morreu enquanto se recuperava de uma cirurgia no cérebro para tratar um coágulo. A causa da morte foi apontada como infarto após exames. O caso segue sendo analisado pela Justiça argentina, que busca definir se houve negligência no atendimento ao ex-atleta nos dias que antecederam sua morte.
Quer saber tudo
o que está acontecendo?
Receba todas as notícias do Mídia MS no seu WhatsApp.
Entre em nosso grupo e fique bem informado.







