O lateral-esquerdo Douglas Santos estreou pela Seleção Brasileira em 2016 e, depois, ficou quase uma década sem novas oportunidades. Com a vinda de Carlo Ancelotti, o paraibano de 32 anos voltou a ser lembrado para vestir a Amarelinha.
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Douglas Santos em campo com a camisa da Seleção Brasileira – REUTERS/John Sibley/ Proibido reprodução
“Não vai existir jogo fácil”
Com um ponto no Grupo C, assim como o Marrocos, o Brasil volta a campo na sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Haiti, na Filadélfia. O jogo é o de maior discrepância de posições no ranking da Federação Internacional de Futebol (Fifa) desta Copa. A seleção canarinho ocupa o sexto lugar, e a caribenha é a 83ª. Ainda zerados, os haitianos foram superados na estreia pela Escócia, em Boston, por 1 a 0.
“A gente está falando de uma Copa do Mundo. Não vai existir jogo fácil. Estão acontecendo muitos jogos equilibrados, empates [entre seleções com níveis diferentes]. Temos que estar preparados emocionalmente e fisicamente para entregar o melhor, sabendo que será muito difícil”, finalizou o lateral.
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