Levantamento da ANP apontou leve queda no preço médio da gasolina comum em Campo Grande nesta semana. – ( Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)A gasolina deu um primeiro sinal de queda em Campo Grande, depois de dois meses de pressão sobre os preços provocada pelo conflito no Irã. Levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aponta que o preço médio de revenda da gasolina comum caiu nesta semana na Capital.
O recuo foi pequeno, mas interrompe uma sequência de alta que vinha pesando no bolso do consumidor desde o fim de fevereiro. Antes disso, segundo o texto original, Campo Grande aparecia como a capital com o menor preço médio do combustível no país. Com o avanço do conflito, no entanto, a cidade perdeu posições nesse ranking e passou para o sexto lugar.
Na comparação entre os dois levantamentos mais recentes da ANP, o preço médio da gasolina comum saiu de R$ 6,42, registrado entre 24 de abril e 2 de maio, para R$ 6,39 nesta semana. A queda foi de R$ 0,03 por litro.
O preço mínimo encontrado também havia sido de R$ 6,26 no levantamento anterior. Já o preço máximo de revenda não teve alteração e segue em R$ 6,55.
Desde o início da guerra citado no texto, em 28 de fevereiro, os consumidores de Campo Grande passaram a conviver com aumento nos combustíveis. O impacto, ainda segundo as informações apresentadas, foi de cerca de R$ 0,50 no preço pago nas bombas.
Mesmo discreta, a redução registrada agora representa a primeira queda desde o começo desse movimento de alta. Assim, o novo levantamento traz um alívio pontual para quem acompanha a variação dos combustíveis na Capital.
Recuo ainda é tímido e cenário segue incerto
Apesar da queda no preço médio, o cenário ainda inspira cautela. Isso porque o valor máximo cobrado nos postos permaneceu o mesmo, o que mostra que a redução ainda não se espalhou de forma uniforme pelo mercado.
O texto também informa mudança no coeficiente de variação de revenda, que passou de 0,014 para 0,016. Ainda assim, o principal dado para o consumidor, neste momento, é a interrupção da sequência de aumentos.
Por enquanto, a leve baixa reacende a expectativa de novos recuos nas próximas semanas. No entanto, a continuidade desse movimento ainda depende do cenário internacional e dos desdobramentos no Oriente Médio.
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