Quem preserva e dá exemplo de cuidados com o nosso meio ambiente somos nós mesmos – a população da cidade, que conscientemente adota hábitos essenciais para sua preservação. Entre eles, destaca-se o acondicionamento adequado para o descarte do lixo doméstico, a separação deste lixo, que pode ser reciclável e até mesmo o uso mais efetivo de sacolas retornáveis em vez daquelas habitualmente usadas quando se faz compras em supermercados.
Falar sobre coleta de lixo, terrenos baldios limpos e muros e calçadas, nunca é demais. Nota-se que em Três Lagoas prolifera dia após dia a prática de se amontar lixo em esquinas para serem recolhidos, além de outros utensílios, tais como sofás e outros objetos domésticos. Péssimo hábito. Sinal de falta de consciência para a importância de se ter uma cidade limpa e admirada. Por isso, devem as associações de bairro juntamente com o poder público, disseminar ações práticas através de projetos comunitários para se manter ter a cidade mais limpa estimulando as famílias a darem sua contribuição na mudança no modo de se descartar o lixo doméstico, além de estimular o uso racional da água e energia.
Três Lagoas é cidade que tem mais de 90% de rede de captação de esgoto e distribuição de água potável. Aliás, centenas e centenas de municípios brasileiros e até mesmo capitais de estados da federação não têm a infraestrutura que Três Lagoas oferece aos seus moradores. Estamos diante de um desafio e para enfrentá-lo é preciso abrir caminhos para a conscientização da coletividade de que temos porque temos que ter uma cidade limpa, que aliás é um dos indicadores do nosso grau de civilização e exercício de cidadania.
A cidade sem educação ambiental não mudará o aspecto sujo que se apresenta na atualidade. Por tantos motivos, impõe-se, a inclusão dos cidadãos na formulação de políticas públicas. Incentivar a participação mais efetiva com os cuidados que temos que ter com o nosso ambiente é de fundamental importância.
O engajamento da coletividade com responsabilidade compartilhada ajudará a melhorar substancialmente o aspecto da cidade. Mas, para tanto, será de extrema relevância para se alcançar esse objetivo, em tempo mais curto, que a própria empresa encarregada de coletar o lixo doméstico urbano, parasse de amontoar sacos e sacos de lixo nas esquinas da cidade para posterior coleta, após horas e horas desse empilhamento, que deseduca e estimula a proliferação de montes e montes de sacos de lixo e outros objetos descartáveis em pontos de diversos bairros da cidade e nas áreas centrais.
Certamente, essa prática desestimulará as pessoas amontoarem por conta própria os sacos de lixo que depositam nas esquinas das ruas da cidade. A Secretaria do Meio Ambiente do município é a responsável natural pela preservação do nosso meio ambiente, além de ser a encarregada para estimular boas práticas ambientais.
E dentre essas ações se estende a pratica correta do descarte e coleta de lixo, assim como, o estimulo à separação dos resíduos que podem ser reciclados, além da conservação da nossa biodiversidade. Se não houver uma ação efetiva do poder público para se mudar o modo da coleta na cidade do lixo doméstico, da varrição de nossas ruas, da irradicação do mato nas calçadas e terrenos vazios, continuaremos sendo uma cidade que não prioriza sua limpeza, tendo como protagonistas deste cenário de sujeira os seus moradores.
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