Atlético-MG venceu o Juventud no fim e conquistou os primeiros pontos na Sul-Americana. (Foto: Douglas Magno)O Atlético-MG enfim venceu na Sul-Americana, mas a atuação voltou a deixar mais dúvidas do que certezas. Nesta quinta-feira, na Arena MRV, o time mineiro teve jogo abaixo novamente, sofreu mais do que precisava e só confirmou o triunfo por 2 a 1 sobre o Juventud, do Uruguai, aos 45 minutos do segundo tempo.
A vitória encerra a sequência sem resultado positivo no Grupo B e dá ao Atlético-MG os primeiros três pontos na competição, depois da derrota na estreia para a Academia Puerto Cabello. O alívio, porém, veio acompanhado de novo desempenho abaixo do esperado, em mais uma noite de pouco brilho da equipe.
No primeiro tempo, o Atlético-MG teve mais posse de bola, tentou controlar as ações, mas encontrou dificuldade para transformar o domínio em chances claras. O Juventud se fechava bem, com linhas compactas, e obrigava o time mineiro a insistir em lançamentos longos e jogadas mais diretas.
Foi assim que saiu o primeiro gol. Aos 42 minutos, Cuello fez belo lançamento para Bernard, que apareceu nas costas da defesa, passou por marcadores e abriu o placar. O gol parecia encaminhar uma noite mais tranquila, mas o cenário mudou logo depois do intervalo.
O Atlético-MG voltou desligado para o segundo tempo e pagou caro por isso. Aos cinco minutos, Everson errou na saída de bola e entregou a jogada ao adversário. Facundo Pérez aproveitou a falha e empatou para os uruguaios.
O erro abalou o time, que passou a atuar de forma ainda mais insegura. Mesmo com as entradas de nomes como Hulk, Dudu e Scarpa, o Atlético-MG continuou desorganizado, com dificuldade na criação e excesso de erros técnicos. A equipe só conseguiu respirar no fim, quando a insistência foi recompensada.
Aos 45 minutos, Cuello apareceu mais uma vez, agora com cruzamento para Cassierra marcar de cabeça e garantir a vitória atleticana. Foi um gol de alívio para a torcida e para o time, que evita um tropeço em casa, mas segue devendo futebol.
O resultado ameniza a pressão, mas não esconde os problemas. O Atlético-MG voltou a mostrar pouca consistência, falhou em momentos decisivos da partida e só encontrou a vitória no abafa, muito mais pela insistência individual do que por uma atuação coletiva convincente.
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